Não há dúvidas, o sucesso de Vampire Survivors foi, e é, avassalador. Constantemente temos bullet hell inspirado nele e, como um bom amante do gênero graça a caçada ao drácula, eu experimento diversos tipos dele e, aqui, Devil Jam entrega mais do que a inspiração, ou cópia do jogo famoso: entrega alma e aura. Vamos falar do game nessa análise.
Afinando sua guitarra
Prepare-se para fazer mosh em Devil Jam, um roguelite de sobrevivência ambientado nas profundezas ardentes do Inferno. Após assinar um pacto amaldiçoado com o Diabo, você é arrastado para o submundo e forçado a fazer a apresentação da sua vida após a morte.
Munido de instrumentos possuídos e de uma alma repleta de riffs, enfrente ondas intermináveis de fãs ensandecidos, multidões perversas e rivais infernais. Cada partida é uma nova sessão de improviso, com inúmeros desafios e um exclusivo sistema de inventário de 12 espaços, oferecendo uma variedade quase infinita de combinações. Domine o combate, canalize o poder do metal e atinja o patamar de maior ícone do metal ao enfrentar ninguém menos que o próprio Death.
Solando ricamente
Devil Jam entrega o pacote basico que você já conhece das inspirações em Vampire Survivors, contudo, ele mergulha forte no folclore musical e temos uma mundo que será o paraíso, mesmo se passando no inferno, para gamers que também são músicos, especialmente, guitarristas.
Logo após assinar o contrato com o tinhoso vamos partir para a gameplay empunhando nossa guitarra e o sonho, e poderes! Devil Jam logo de cara nos permite optar por atacar mirando ou com a mira automática, que vai de encontro ao alvo mais próximo. Conforme vamos subindo de nível, ganhamos poderes e além deles terem nomes ligados diretamente ao mundo musica, eles trazem algo que modifica a jogabilidade ele ao compararmos com o pai do bullet hell moderno.
Se você reparar, todo bullet hell segue um compasso 4 por 4. Ou seja, a cada segundo é feito um ataque mas, podemos combinar poderes nesse compasso para ter poderes ainda mais fortes e ir mais longe. Cada poder especial tem um padrão para ser ativado no braço da guitarra e aumentar o compasso com o tempo. Inicialmente começamos com quatro, porém, ele pode ir mais além e entregar efeitos que vai te surpreender.
Vale a pena jogar Devil Jam?
Entre tantos bullet hells que passaram por aqui, e que ainda vai passar (como o da bruxa oppai noiva), como Shard Squad, Vampire Survivors, Machick 2 por exemplo. Assim como nos exemplos, Devil Jam tem uma alma e vida própria, um ponto muito importante para games assim. Afinal, muitos apenas tentam ser o novo caçador de vampiro fazendo quase um para um e falham.
Devil Jam dialogou forte comigo por alguns detalhes que são o quanto Vampire Survivors me leva para um buraco negro que me faz esquecer a vida e, a música. Mesmo sendo, hoje em dia, um guitarrista preguiçoso e com vídeos muitos espaçados nesse canal aqui, o folclore sempre existiu e eu brincava com ele. Sim, eu amo Brutal Legends.
Fica a super recomendação de Devil Jam para você que ama bullet hell e quer uma boa pegada na lenda dos guitarristas venderem a alma para o diabo e virar o Steve Vai!



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