Ghetto Zombies: Graffiti Squad acaba de ampliar seu território de sobrevivência. A Nuntius Games e a desenvolvedora brasileira Fogo Games anunciaram que o jogo já está disponível em todas as plataformas com o lançamento das versões para PlayStation 4, PlayStation 5, Nintendo Switch e Nintendo Switch 2.
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O shooter de ação com visão do alto coloca a periferia brasileira no centro de um apocalipse zumbi colorido, bem-humorado e cheio de referências. Para celebrar a chegada aos consoles da Nintendo, o jogo também está com 10% de desconto por tempo limitado na eShop, saindo por R$ 17,99.
Sobreviva ao apocalipse com o Esquadrão-Z
Em Ghetto Zombies: Graffiti Squad, o jogador assume o controle do Esquadrão-Z, um grupo formado por quatro jovens da Vila Fundinho, a última comunidade a resistir ao avanço de uma infestação zumbi.
O objetivo é recuperar a cidade, enfrentar hordas de mortos-vivos e descobrir a origem da contaminação. Para isso, é possível escolher entre Fabão, Kath, Duda e Vini, cada um com suas próprias habilidades.
Além do combate, o grafite também tem um papel importante na aventura. Espalhar arte pelas ruas faz parte da progressão da campanha e ajuda a devolver cor a um cenário tomado pelo caos.
Mais de 70 armas para descobrir
Um dos principais destaques de Ghetto Zombies: Graffiti Squad está no arsenal. O jogo conta com mais de 70 armas que podem ser descobertas e experimentadas durante as partidas.
Entre as opções estão algumas criações bastante fora da curva, como a Happy Bazuka, que dispara donuts, a luva de boxe Pow-Pow, a Candy Gun, que lança balas de goma, e a curiosa Etevaldo, inspirada no clássico Castelo Rá-Tim-Bum.
A variedade de armas pode ser usada contra mais de 20 tipos de inimigos, além das batalhas contra chefes que encerram os capítulos da campanha.
O jogo também conta com um modo de treinamento com hordas infinitas para quem quiser testar armas, estratégias e tentar sobreviver pelo maior tempo possível.
Pixel art com inspiração nos clássicos
Visualmente, Ghetto Zombies: Graffiti Squad aposta em uma estética em pixel art e em uma estrutura que remete aos jogos de ação do passado.
Entre as referências está Zombies Ate My Neighbors, clássico do Super Nintendo que também colocava os jogadores diante de hordas de criaturas e situações cada vez mais absurdas.
A diferença aqui está justamente na identidade brasileira. A Vila Fundinho, os personagens, os grafites e vários elementos do cenário ajudam a construir um mundo que busca representar uma realidade pouco explorada nos videogames.
Uma celebração da cultura periférica brasileira
Mais do que utilizar a periferia apenas como cenário, Ghetto Zombies: Graffiti Squad coloca a cultura periférica como parte central de sua identidade.
O projeto utiliza humor, arte e referências do cotidiano para apresentar a comunidade como um espaço de criatividade, convivência e resistência.
Parte dessa identidade também vem da participação de artistas ligados ao grafite. Obras de nomes como Anap, Baldo e Lelo, entre outros artistas, foram incorporadas ao jogo com o objetivo de aproximar ainda mais a experiência do cotidiano e da cultura da região do Grajaú, na Zona Sul de São Paulo.
Ghetto Zombies já está disponível em todas as plataformas
Com a chegada ao PlayStation e aos consoles Nintendo, Ghetto Zombies: Graffiti Squad passa a estar disponível para PC, Xbox, PlayStation e Nintendo Switch.
O lançamento também marca mais um passo da estratégia da Nuntius Games de levar os títulos de seu catálogo para diferentes plataformas. A publicadora também trabalha em novos projetos, incluindo o jogo de aventura point-and-click Au Revoir.
Para quem procura um shooter diferente, com muita personalidade brasileira, hordas de zumbis e um arsenal que inclui donuts, luvas de boxe e outras armas improváveis, a Vila Fundinho já está pronta para receber novos integrantes do Esquadrão-Z.
Onde comprar Ghetto Zombies: Graffiti Squad
- PlayStation: PlayStation Store
- Nintendo Switch: Nintendo eShop


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