Review: Mortal Kombat 2 (2026)


Após o fiasco chamado Mortal Kombat lançado em 2021, agora, temos a continuação da bomba e, pelo que tudo indica, dessa vez teremos um filme mais condizente com a franquia. Será? Vamos conferir nessa análise do filme.


Mortal Kombat 2 (2026) acompanha os campeões do Plano Terreno, reforçados pelo carismático Johnny Cage, em uma batalha sangrenta contra o imperador Shao Kahn da Exoterra. O filme foca no torneio oficial, unindo rivais improváveis, com promessa de alta violência e fatalities icônicos, sob direção de Simon McQuoid.

O filme corrige muitas rotas errôneas do anterior porém, não consegue entregar algumas coisas boas que tivemos lá. Raras, mas estão lá. Os personagens do game são mais protagonistas dessa vez e vemos, finalmente, Cole Young ser escanteado como bem deveria há tempos.


Mortal Kombat 2 adiciona na trama Johnny Cage, interpretado por Karl Urban, e ele acaba sendo um pouco como nós nesse universo afinal, ele é o cara normal e começa a ver um bando de gente esquisita e com poderes do nada.

Muitas coisas são cafonas mas são bem feitas ou facilmente aceitáveis, quando lembramos que é uma adaptação e ela precisa agir como tal. Muitos comentários existiriam nesses universos e lá estão.

Além de diversos easter eggs relacionados a personagens, fases e frases, temos alguns detalhes que só os fãs mais dedicados vão pegar no ar. Um exemplo é quando Raiden se apresenta para Johnny Cage e ele diz que gostou do Cosplay de "Aventureiros do Bairro Proibido". Aqui brincaram legal, souberam o que fazer direitinho.

O filme entrega lutas ok e algumas boas mas nada chega perto do que Scorpion vs Sub-Zero entregou no tráfico filme anterior. Aqui, muitas das cenas que seriam de impacto para o futuro acabam recebendo um recurso canalha e toda impacto emocional vai de ralo.


No fim do dia, e da sessão, Mortal Kombat 2 entrega um entretenimento honesto, diverte e apressa um pouco as coisas que poderia ser melhor conduzidas. Era impossível ser pior que o anterior, apesar da possibilidade existir mas, fez o básico bem feito e entregou o que queríamos.

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