Um metroidvania totalmente inesperado e com uma jogabilidade muito gostosinha. Nem parece que vamos viver os problemas que uma jornada de saúde mental pode proporcionar conforme formos avançando e descobrindo mais do passado em Constance. Vamos a análise do game.
Leia também: Retrospectiva Maio de 2026
Em Constance vamos explorar um mundo não linear e interconectado com muitos segredos, personagens e momentos de inspiração em nossa jornada. Mas, como esse mundo surgiu? Bem, estamos na mente da artista que, mesmo vivendo esse mundo tão bonito e colorido, vamos notar que ele está em declínio.
Explorando o brilho de uma mente se apagando
Armados com um pincel e tinta vamos desbravar esse mundo em uma linda e bem feita aventura 2D desenhada a mão. Obviamente essa carinha não engana e, sim, como foi dito no início, estamos em um metroidvania e dos bons para distrair e entreter.
Constance usa técnicas divertidas com tinta para dar uma vida e magia diferente no game. As técnicas de combate e habilidades que vamos desbloquear são baseadas no uso da tinta mas, tem um detalhe: usar tinta demais pode te corromper.
Constance domina o pincel como se fosse uma espada, outrora uma lança, e além dos golpes comuns terá alguns golpes especiais com tinta. Entre as habilidades teremos um mix de habilidades boas em combate e outras ótimas para ajudar na exploração.
Acabe com a corrupção
Quando a tinta começa a se tornar algo especial e poderoso em nossa jornada, ou seja, rapidamente. Ela será responsável por acabar, ou inibir temporariamente, objetos corrompidos, inimigos corrompidos mas, a tinta também ajudará a ir mais longe.
O uso abusivo da tinta vai corromper Constance e levar parte da sua vida, usa com cuidado e de forma muito bem calculada. Esse detalhe entrega um desafio bem legal.
Leia também: SHADE Protocol inicia campanha no Kickstarter
Vale a pena se aventurar em Constance?
O game me ganhou logo de cara e, com o avançar do jogo e explorando os cenários dessa mente em estado de transição triste, temos um game maravilhoso. Quando começamos a destravar as memórias de Constance elas dão uns sentimentos bem... Cara, que agonia, ele te abraçar com força no game para entreter e te dá sentimentos quando entra na história.
Constance é constante é uma escolha sem erro. Uma boa parte da minha experiência com o jogo, até por ter recebido a versão de Nintendo Switch para testar, foi de jogar em diversos lugares e ele ter sido um companheiro muito bom. Especialmente durante algumas viagens e filas de espera.
Um metroidvania com ideia muito boa, bem executada e desenvolvida, sem dúvidas, é mais do que recomendado e vale muito a pena. Especialmente para você que quer um metroidvania mais raiz e menos roguelike (apesar dele te dar essa opção quando morre).



0 Comentários