Da tinta ao pincel a vida renasce em Realm of Ink


Hora de embarcar em uma aventura que não é apenas linda visualmente, sendo realmente uma pintura mas, que desafiará suas habilidades e persistência em Realm of Ink.

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Comece sua jornada como a espadachim Vermelha, desbloqueando gradualmente formas adicionais à medida que avança. Utilizando o poder imortal da Raposa, atravesse as traiçoeiras “Relíquias da História”, enfrente quatro chefes com origens únicas e escape do reino de tinta em constante mudança.

Superando diversos desafios e obstáculos, você redefinirá seu “destino” através do ciclo constante de renascimentos, empunhando sua espada com resiliência.

Explorando o reino das tintas


Partindo de uma visão isométrica Realm of Ink nos leva a uma gostosa aventura de ação, sabor roguelike e muita diversão. No comando da Espadachim Vermelha teremos diversas habilidades, poderes e combinações possíveis para avançar e fazer combates épicos.

O game me lembrou um pouco o Towa and The Guardians mas em vez de termos uma equipe para escolher as duplas, temos aqui, o mascote de tinta. Esse bichinho que parece um Mokona vai te surpreender com as habilidades que poderá realizar em combate. Com a temática de tintas, nossos poderes vêm delas.

Podemos equipar duas tintas por vez e, cada uma, nos dá poderes e habilidades diferentes. Isso também reflete na forma e cor do mascote e como ele poderá atacar. Gostei muito de fazer, se podemos chamar assim, uma build de DOT e ele brilha muito bem.

No combate tradicional a Vermelha tem ataque rápido, carregado, habilidades das tintas e um especial vindo delas. Jogabilidade bem fluida e simples de entender, praticar e melhorar. Na gameplay Realm of Ink passa com louvor.

Como ainda estou avançando no game e vi muitas coisas interessantes, os próximos passos vamos entrar um pouco mais nas curiosidades. O game realmente parece uma pintura e me lembrou o Okami nesse quesito. Lindo, apenas! Mais do que lindo, melhor dizendo, o game traz algumas temáticas folclóricas do oriente e vai animar demais os Otakus.

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