Loucura! Uma palavra, sentimentos e um bom caminho para falar os sobre
The Prisoning: Fletcher's Quest, um extremamente curioso metroidvania
que vai nos desafiar em diversas camadas, inclusive a mental. Tudo começa em
um divã e vamos falar melhor, com as primeiras impressões para essa análise.
Relaxe e permita a hipnose
Após uma visita desastrosa ao psicólogo, você fica preso na mente de um
desenvolvedor de jogos à beira da exaustão física e emocional durante as
etapas finais de um projeto intenso. Vivencie um
metroidvania repleto de ansiedade, baseado em uma história real.
Ninguém sabe como está a mente do palhaço
Após sofrermos hipnose o game começa. Pelado, nú e com a mão no bolso
nascemos, até mesmo nesse louco sonho, ou pesadelo, do nosso querido Fletcher.
Os primeiros passos são uma leve introdução a esse mundo e estilo de jogo,
afinal, sempre pode ser a primeira vez de alguém num jogo assim.
Após os primeiros passos vamos descobrir que precisamos de roupas e do três
oitão, nossa principal arma para avançarmos nessa aventura. Com roupa de
cowboy e a pistola, o game nos leva a outro desafio.
Nosso herói vai passar pelo sofrimento que é o lançamento de um game
enfrentando diversos tipos de inimigos, evitando espinhos (inimigo clássico e
mortal dos games), tendo uma cadência certeira de disparos. Como é comum nos
metroidvania, cada "fase" tem um visual diferente para que a gente se situe
melhor do onde estamos.
Muito humor com desafio na mão
O que mais me pegou e abraçou com força em The Prisoning: Fletcher's Quest, é
o humor bem quebrado que o game entrega logo na introdução no psicólogo. O
humor é bem utilizado aqui e ajuda a mover a história, ponto forte e de grande
destaque.
Além do humor no texto as demais referências são muito interessantes e,
obviamente, a pseudo barraquinha de lámen,vou sabor barraquinha de lámen, com
seu dono nos ajudando das maneiras mais inesperadas possíveis; os easter eggs
relacionados a produtora, outros jogos e pequenas coisas comuns no game. Muito
bem bolado.
Vale a pena?
Sem dúvidas, as primeiras horas em
The Prisoning: Fletcher's Quest foram muito boas e me fez ter
muita alegria de utilizar o Nintendo Switch no modo portátil. Um
metroidvania muito louco, gostosinho de jogar e com uma dificuldade bem
montanha russa, mas sem ser chata como um Dark Souls da vida.
Contrariando a cartilha Toby Fox, em "The Prisoning: Fletcher's Quest" temos uma tradução e localização boa demais e muitas referências em tela. pic.twitter.com/9yxuBX4E5M
— Waka no Sekai - O Mundo do Otaku 🌐 (@WakaSekai) April 2, 2026
The Prisoning: Fletcher's Quest se encaixa bem naquele quesito
fundamental dos games, e que muitos esquecem: a diversão!
Esse Review sofrerá mudanças futuras mas, por hora, o game está muito bem
aprovado e recomendado para quem quer um metroidvania com toque
diferente de humor.





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