Review - Sophie: Starlight Whispers

 
Às vezes, tudo que você precisa para se animar novamente com games e ficar horas jogando, é um bom game nacional com pitadas do que amamos, ou aprendemos a amar: Metroidvania brasileiro em escalas impensáveis. Sophie: Starlight Whispers é um metroidvania de plataforma 2D e gráficos pixelados, com narrativa profunda e exploração imersiva. A história aborda o que significa ser diferente – e por que isso pode ser um superpoder.
 
 
review em andamento 
 

História

O reino de Sharan está sob a ameaça de sombras e criaturas estranhas que surgiram no local e estão assombrando os moradores. Buscando respostas, Sophie se aventura pelos quatro cantos do reino, descobre que possui poderes mágicos, conhece figuras que até então eram dadas como lendas e enfrenta seus maiores medos, entrando numa jornada profunda de crescimento pessoal.
 

Jogabilidade suave e certeira

Sophie segue a cartilha básica do que mandam os metroidvanias porém, tem um toque diferente e que vamos sentindo (lá ele) logo após o game soltar nossa mão do tutorial. Esse, aliás, bem simples e direto em explicar o funcionamento do game. Bem amigável para os novatos e direto ao ponto para experientes.

Sophie se movimenta de forma suave casando bem com sua aparência. Mas, não se engane, a mocinha está preparada para se defender e começa o game com uma espada e dois movimentos fortes para se defender.

Sophie traz uma boa árvore de habilidades para explorarmos. Por falar em exploração, visualmente, brincaram de fazer arte e você provavelmente, no início, vai ficar sem acreditar que certas saídas são, de fatos, saídas de ela. Jogo bonito não apenas no design de personagens, mas em diversos detalhes.

Explorar esse universo faz parecer que estamos jogando em um livro infantil mágico, detalhado e que lembra um pouco o sentimento visual das revistas (ou games) de encontrar objetos. Tem uma sacada diferente que acrescenta um toque para chamar de seu, com os estabelecimentos para entrarmos e dar mais profundidade nas idas e vindas, algo que não via tão bem feito desde Shantae and The Pirates Curse.
 

Brasilidade forte é diferencial 


Postar um comentário

0 Comentários